
fotógrafo autodidata guineense, nascido na Líbia, que desde 2007 documenta a identidade, fé e cultura do seu povo com um olhar sensível, cru e profundamente humano. Através da fotografia, Samba procura preservar memórias, questionar desigualdades e exaltar a beleza invisível do quotidiano africano. Em 2024, foi reconhecido como uma das 100 vozes mais influentes da lusofonia pela revista Bantumen. Em 2025, representa a Guiné-Bissau na Trienal de Milão, com uma série sobre desigualdade, e também no Expo Japão 2025, levando a imagem do seu país a palcos internacionais. Nesse mesmo ano, foi jurado da competição internacional da Associação Somos de Fotografia, em Macau, China. O seu trabalho esteve presente na exposição Mosaico Sino-Lusófono (2024), onde celebrou a identidade, a fé e os rituais guineenses através de imagens carregadas de simbolismo e silêncio.
Fundador da associação fotográfica Caxon Preto, e co fundador da Baloba Studio na Guiné-Bissau, colabora com organizações como Fairpicture, AFP, PNUD, Aldeias SOS e ADPP. Para Samba, fotografar é mais do que registar — é uma forma de honrar a sua história e de dar voz a quem raramente é escutado.